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Q&A
Adversidade Lyrics
Vejo limpo o horizonte
Dou um passo há uma pedra
Outro passo ratoeira
Vejo a porta entreaberta
Vejo-a mesmo a ser fechada
Neste meu alegre rosto
Sopra o vento do lado oposto
Vejo o muro bem baixinho
Ao subir está encoberta
Uma cerca pontiaguda
A janela vejo ao longe
Ao chegar, não só fechada
Como está com cadeado
Meu suor cai ao chão, molhado
De pé coxinho, atado
Cambaleia em cada crença
O joelho golpeado
Qual será minha sentença?
E corre a mágoa nas veias
Sua diária maratona
E lentas chegam as forças
Com o alento vem à tona
Pé coxinho, pé atado
O joelho golpeado
A mancar eu sigo em frente
E o mindinho a ser trilhado
Imaginem outro fado
Há-de haver uma nascente
Dou um passo há uma pedra
Outro passo ratoeira
Vejo a porta entreaberta
Vejo-a mesmo a ser fechada
Neste meu alegre rosto
Sopra o vento do lado oposto
Ao subir está encoberta
Uma cerca pontiaguda
A janela vejo ao longe
Ao chegar, não só fechada
Como está com cadeado
Meu suor cai ao chão, molhado
Cambaleia em cada crença
O joelho golpeado
Qual será minha sentença?
Sua diária maratona
E lentas chegam as forças
Com o alento vem à tona
O joelho golpeado
A mancar eu sigo em frente
E o mindinho a ser trilhado
Há-de haver uma nascente
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