"A Cerca" as written by Francisco Eduardo Amaral, Samuel Rosa and Martin Cardozo....
Fazendo cerca na Fazenda do Rosário
Resto de toco velho mandado pelo vigário

Meu camarada, eu moro aqui do lado
O terreno que tu cerca já está cercado

Não entendi a assertiva do compadre
Se é lei chama o doutor
Se é milagre chama o padre

É muito simples, veja ali na frente
Está vendo o laranjal, minha cerca passa rente

Terequitem, ô pra cá você não vem
Terequitem, que eu conserto a ti também
Terequitem, ô pra cá você não vem, Te prego um prego também

Que dia quente, tem feito muito calor
Daqui a pouco, meu vizinho vê um disco voador

Se visse até pedia para descer
Quem sabe se um marciano
Consegue te esclarecer
Ó meu compadre, cê tá vendo assombração
Cê num e advogado, cê num é tabelião

Nem por isso eu deixei de fazer o justo
Se o sujeito enxerga torto
O direito dá um susto

Tu cerca a terra, tu cerca até o mundo
Então cerca tua filha, toda noite aqui no fundo

Pois te conto um segredo
Cê não conta pra ninguém
Andam vendo tua mulher
Com o dono do armazém

Maledicência, eu já tó acostumado
Até dizem que o senhor é incapacitado
Eu tomo chuva, tomo ar puro de manhã
Minha saúde é de ferro, pergunte pra sua irmã

Nunca se está a salvo da falação alheia
Eis que um tipo parvo vem falar na minha oreia
Martelo prego, torniquete com serrote
Acerca de homem cego, quem tem vista dá o mote

Terequitem, ô pra cá você não vem
Terequitem, que eu conserto a ti também
(Te prego um prego também)


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"A Cerca" as written by Martin Cardozo Francisco Eduardo Amaral

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