Olhe para essas mãos que não tem força para arrancar os próprios olhos. Que escrevem por folhas brancas e escrevem por cima de outras linhas também. Escrevo sobre o que não sei. E falo o que nem sempre faço, apenas pra tentar fazer você sentir o que sinto. Desenhei a melhor imagem de mim. Dilacerando corpos, cortando os pedaços de quem eu amava. E arranquei as páginas dos livros e a melodia das canções. Pelas ruas eu andei, colando minhas memórias. Sou os vales e montanhas que meu humor imita. As águas que eu temi e as noites que tentei enfrentar. Nesses dias em que tudo parece estar impregnado do seu contrário. Eu me estilhaço em cacos... E o corpo se refaz a cada instante. Nesses dias em que tudo parece estar impregnado do seu contrário. Pensar incomoda como andar a chuva quando o vento cresce e parece que chove mais.


Lyrics submitted by gustavo_

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